quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Bora Ouvir a Diamba?





Se você está lendo esse post, significa que eu já publiquei 251 posts! #UAU


Os blogs têm me dado bastante trabalho. Estou gastando em média 8 horas com cada post inédito. Ultimamente, a audiência caiu bastante e a motivação foi junto. Mas sigo aqui escrevendo. Pra mim, pra alguém que goste ou até mesmo pra deixar como um documento histórico.


Ainda tenho ideias, ainda tenho a meta de escrever 90 posts inéditos em 2017 e escrever me realiza demais. Quando eu publico um post que ficou tão completo quanto eu imaginei, é uma sensação muito boa.


E conhecer sons como o desse post… fala sério: não tem preço! O blog está pago.


Eu já fiz vários posts sobre artistas cearenses… já estive muito em Pernambuco também… Mas agora eu estou desembarcando com força novamente na Bahia, no reggae roots baiano, como já fizemos anteriormente:




Eu conheci a Banda Diamba através do projeto Natiruts Reggae Brasil, um tributo que a banda promoveu ao reggae nacional. Eles apresentaram a música Caribean Nights.


E eu passei. :/


Não gostei mesmo dessa música.


Mas a vida foi generosa e eu tive uma segunda vez com a Diamba. Dessa vez foi o Youtube quem jogou na minha cara o especial que eles gravaram no Estúdio Showlivre. Aí o som bateu forte na minha alma.


É uma melodia deliciosa com destaque para o baixo que vai bem alto do Renato Nunes. O cara simplesmente tem música no sangue. Olhe pra ele e comece a dançar.


Completam a banda “raiz”: Duda Sepúlveda (vocal) e Tilson Santana (teclados). Além, óbvio, dos músicos convidados: Iuri Carvalho (bateria), Paulo Fael (teclado) e André Lomi e Reman Buchegge (guitarras).


Não posso deixar de mencionar algumas letras que também são muito boas, tornando as músicas da banda mais artisticamente “completas”.


Esses caras estão na estrada musical há 20 anos e, portanto, já experimentaram e apanharam bastante “da vida”. É um som maduro. E também nos oferecem músicas novas com o novíssimo disco Setas Indicam a Direção, de 2016, do qual ouviremos algumas faixas logo mais.















Ah!, e pra quem tá curioso e perguntando e pesquisando e encucado, segundo o Google e os principais dicionários listados, diamba significa maconha em um dialeto angolano.


Eu não tenho nada contra. Nem a favor. :P


E depois de escrever tanta bobagem, vamos lá balançar no reggae roots baiano pra ver se o post se salva…


Compartilhe o blog. Compartilhe músicas boas com a gente.


Sobe o SOM!


Eu piro quando você passa
Sinta a melodia do Diamba chegando, o baixo bem alto e, nessa, o Duda já vai rasgar a voz… Ah!, e ainda tem um Tim Maia (Você) de graça bem no meio da música. Demais!


La la ia la ia la
Eu piro quando você passa 3x







Penso no amor que vem
Aqui o Duda já chega tirando onda, recitando Codinome Beija-Flor, até chegar na sua própria poesia. E eu vou ser obrigado a repetir o comentário da música anterior: sinta a melodia do Diamba chegando, o baixo bem alto e, de novo, o Duda vai rasgar a voz…


Penso no amor que vem
Pra ver se esqueço o amor que passou


No entanto, não é tão fácil assim
Aceitar que eu perdi você e aceitar que você tão
tranquila aceitou o fim







Divino cobertor
Agora é introspecção pesada… Que sonzeira, meu Deus! A letra é uma poesia linda e traz uma mensagem bem forte. Já a melodia, não tem como descrever. Só mesmo você apertando o play. E o universo conspirou pra que o Duda “esquecesse” a letra da música recém-lançada, e nós fomos brindados com a mais pura melodia. Obrigado!


E tire o dia inteiro para passear
E faça uma turnê por dentro de você


Você faz tudo mas não adianta nada
Você pode estar de vibração errada
E o botão seletor que te coloca no trilho
Tá na sua cabeça em ligação direta


Com seu coração, com seu coração







A vida é bela pra quem sabe amar
E agora eles se apresentam com uma faceta bem mais romântica…


Lua, sol, mar e um sorriso, afinal
Quando podemos rir de algo juntos é bom
Se amar alguém é um cargo fatal
Eu quero ser somente a morada do amor
Saudades, eu sei, vai pintar
Viver e poder te esperar
É como um sonho bom
Poder realizar
[...]
A vida é bela pra quem sabe amar
Viver que a vida é bela
Pra quem sabe amar
(Eu sei)







Miscigenação
O Duda vem citando João Ubaldo Ribeiro pra louvar o povo mestiço brasileiro. Eu amo ser brasileiro! Essa vem pegando forte com uma crítica social pesada…


Cadê o sangue bom?
A começar com os índios e suas flechadas


Meu Deus, quem foi que criou?
Quem foi que criou verdade abominável
Que o índio é preguiçoso e o negro miserável







Convite ao bem
Eu não posso terminar um post sem cornetar nenhuma vez, então eu vou dizer que eu acho esse tecladinho bem enjoado. Mas a mensagem é positivíssima na letra bem reduzida:


Existe alguém a esperar
Compreensão, paciência e fé
Na paz, em si, na união
Vestígios de evolução


Passa o tempo convidando
Atitude construtiva de ti, pra si, pro mundo...






Vibrações positivas a todas e a todos!


Ei, psiu, se liga…
Dá para ficar sabendo das novidades do blog pelas redes sociais. Sigam-me os bons!
      

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